O mínimo que um empresário precisa saber sobre branding

Está na moda falar sobre branding. Mas ainda existe confusão sobre o termo e seu significado. Muitos pensam que fazer branding é desenhar um logotipo legal e criar alguns impressos com a marca da empresa.

Meu objetivo aqui não é conceituar, mas explicar de maneira prática o mínimo que, sob o meu ponto de vista, um empresário(a) deve saber sobre branding. Interessou? Continue a leitura!

Fazer branding não é simplesmente espalhar seu logotipo por todos os lados.

O que é branding, então? Pense que absolutamente TODO contato da sua marca com as pessoas se conecta, em maior ou menor grau, a uma PERCEPÇÃO DE VALOR que elas, ao longo do tempo, constroem em sua consciência sobre o seu negócio; e isso se reflete diretamente em seus comportamentos de compra.

Neste sentido, um bom visual na fachada, materiais impressos de alta qualidade e mídias sociais bem posicionadas são tão importantes quanto o cuidado que se deve ter com o bom atendimento, a adequação do tom de voz da empresa em todos os canais de comunicação, bons textos com capricho na acentuação e na concordância gramatical, entre outros itens que merecem atenção. Ainda sobre atendimento, colaboradores bem instruídos para prever e agir de maneira adequada em situações de crise também podem constituir essa percepção de valor que o consumidor tem da empresa.

Até outros estímulos sensoriais como o olfato, o cheiro que seus clientes sentem ao adentrarem sua loja — ou experimentarem seus produtos, por exemplo, podem estimular uma percepção positiva ou negativa. Para saber mais sobre esse tema, busque por neuromarketing.

Sendo assim, não importa se a sua empresa é grande ou pequena. Pense em branding como algo relevante a longo prazo; mais do que despejar publicidade ou elementos visuais da sua marca sobre o consumidor. Os elementos intangíveis fazem diferença! Gaste tempo com os detalhes, pois eles influenciarão na escolha do cliente entre sua empresa e a concorrência.

Por que sua empresa deve investir em canais próprios de comunicação

O Facebook está de fato dominando a Web. Isso parece bom, mas existe um problema

A partir do momento que você ou a sua empresa adere ao Facebook, o conteúdo criado por lá não é seu. Embora existam regras sobre privacidade, a empresa de Mark Zuckerberg passa a ser proprietária do seu conteúdo: textos, fotos, vídeos e também dados sobre o seu comportamento, como por exemplo o tempo que você para sobre uma postagem na tela, onde clica, termos de pesquisas, palavras digitadas (ainda que não sejam postadas), tudo!

Além disso, a qualquer momento sua página pode ser excluída, sem chance de recuperação, por supostamente descumprir os Termos de Uso do site.

É claro, o Facebook está no seu direito. Mas pense em todo o o esforço aplicado por você para receber curtidas, postar conteúdo de qualidade, engajar sua audiência etc, para de repente ter sua página excluída, sem aviso prévio.

Ainda que ela não seja excluída, existe uma grande limitação no alcance dos posts. O Facebook te coloca em um circuito no qual você precisará ad infinitum injetar dinheiro em publicidade para que suas publicações cheguem às pessoas QUE JÁ CURTIRAM A SUA PÁGINA.

Portanto, esteja atento. Não invista somente no Facebook. O conteúdo produzido por sua empresa na Internet é valioso e deve estar presente também — e principalmente, em canais proprietários, como um site institucional, onde você pode publicar em modo nativo (hospedar ali mesmo, não somente em mídias sociais), textos, fotos, gifs, infográficos, vídeos, podcasts e outras derivações de conteúdo.

A questão que deixo, para finalizar, é: A sua empresa sobreviveria se o Facebook deixasse de existir?

Pense nisso e, se precisar de ajuda para gerenciar o seu processo de geração e publicação de conteúdo entre em contato conosco.

Como obter mais resultados com o site da sua empresa

Com o domínio de sites como o Facebook, muitos empresários acham que não é mais necessário ter um site próprio. Já escrevi neste blog sobre a importância de ter canais proprietários em vez de depender exclusivamente das mídias sociais. Abordo, neste artigo, tópicos importantes para quem tem (ou quer ter) um site para o seu negócio, mas não vê vantagem em utilizá-lo.

Tenha um blog incorporado ao site

Ao contrário do que se pensava há anos, quando funcionava como uma espécie de diário para adolescentes contarem suas histórias, o blog é uma excelente ferramenta para negócios. Destaco três pontos importantes:

Conte boas histórias: Boas histórias prendem a atenção e causam identificação entre os interlocutores. Sua empresa pode contar experiências vivenciadas com clientes, fornecedores, em atendimento ao público, etc, sempre extraindo alguma lição importante e/ou motivadora para o leitor. No blog, você também pode escrever, entre um post e outro, a história da sua empresa, como ela chegou ao patamar em que está, experiências de quando era pequena e como se transformou no decorrer do tempo, a missão, os valores; são exemplos. Mas cuidado para não exagerar em falar de si mesmo!

Fale do que sabe: Parece óbvio, só que não. Muitos utilizam o blog somente para falar da empresa, mas para obter bons resultados, fale do que possa interessar o seu público, não você. Pense nas dores e necessidades do seu potencial cliente e como o seu produto/serviço poderá ajudá-lo. Dê dicas relacionadas ao que você vende. Contudo, faça isso de forma sutil, quase despretensiosa, pois o objetivo do blog não é a venda direta, e sim estabelecer uma relação de confiança com os seus seguidores.

Interaja com o público: Escreva de pessoa para pessoas. Busque produzir conteúdos mais humanos, e não aqueles textos robotizados que canso de ver em sites empresariais. Nada de publicações engessadas, cheias de termos técnicos e difíceis (a menos que essa seja a linguagem adequada para o seu segmento). No final de cada post, incentive a interação. Peça para o leitor curtir, comentar e compartilhar.

Quais as vantagens de manter um blog?

Basicamente:

  • Mais visibilidade nos resultadores de pesquisas em buscadores como o Google;
  • Nutrição de uma relação de confiança com clientes, potenciais clientes, fornecedores, influenciadores e público em geral;
  • Disseminação da linguagem, conceitos e valores da empresa;
  • Mais acessos ao site e possibilidade de parcerias, entre outras.

Sendo que, o propósito final de tudo isso é a geração de novos negócios, de forma consistente e a médio e longo prazos.

Crie uma lista de contatos

Conheço empresas com centenas de clientes, mas sem qualquer registro viável para contato online com essas pessoas. É um tremendo desperdício! Um bom site possibilita o cadastro de informações pessoais (de forma voluntária ou por meio da troca por vantagens (claro, também voluntária) — veja o tópico sobre cupons de desconto, abaixo. Dessa forma, o site pode incentivar e direcionar o usuário a se cadastrar para receber por e-mail o conteúdo oferecido pela empresa, inclusive, sobre ofertas e promoções. Veja o poder do e-mail no infográfico:

8-estatisticas-de-e-mail-marketing

Invista em páginas de vendas

As páginas de vendas — também chamadas de landing pages — são ótimas ferramentas para geração de lucro rápido. Elas podem ser independentes ou estarem incorporadas ao sistema do site. O princípio é potencializar o poder de venda. Em vez do vendedor ter que explicar todos os detalhes de produtos/serviços e as vantagens de compra, centenas de vezes, para potenciais clientes, a página de vendas faz esse trabalho de forma persuasiva, tal qual esse profissional, 24h/dia, acessível a qualquer momento. É claro que o desenvolvimento de uma landing page eficiente exige técnicas avançadas de marketing, mas o lucro compensa todo esforço e/ou a contratação de um profissional da área.

Ofereça cupons de desconto

O cupons de descontos, aos poucos, estão se tornando queridinhos dos consumidores no Brasil e podem trazer vantagens para as empresas.

O instituto Forrester Research realizou uma pesquisa que mostra que cupons de desconto melhoram a imagem que o consumidor faz da loja e os tornam mais fiéis.

Mesmo que não tenha uma loja virtual, você pode, por exemplo, vincular uma promoção da loja física com o site oferecendo cupons. O objetivo, neste caso, é coletar dados por meio de um formulário de cadastro para o envio de novas ofertas por e-mail, telefone, Whatsapp, SMS, Messenger, etc. Aqui as mídias sociais também são fortes aliadas, pois com um investimento relativamente baixo, é possível divulgar suas promoções para milhares de pessoas e conduzi-las diretamente para o site para deixarem seus dados e pegarem seus cupons.

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Marketing Digital: 5 vantagens ao criar sua própria audiência

Já escrevi aqui sobre a importância de investir em canais proprietários para ter resultados melhores através da Internet. Exponho hoje 5 vantagens de criar sua própria audiência na Internet.

Redução de custos com anúncios

A nutrição de uma audiência própria leva um certo tempo; não é uma estratégia de retorno imediato. Mas um bom planejamento pode garantir, em médio prazo, ótimos e duradouros resultados. A partir da criação de conteúdos qualificados para a persona, o investimento com anúncios pagos para o Facebook ou Google pode diminuir consideravelmente.

Geralmente, quem está começando a usar o marketing digital em seu negócio, deve investir mais em publicidade, online e offline. As pessoas precisam saber da sua existência. Mas é o conteúdo oferecido por sua empresa que irá conquistá-las e mantê-las interessadas.

Gestão com base em dados específicos

Apesar de sites como o Facebook permitirem uma boa mensuração da audiência, um site (canal proprietário) pode fornecer dados específicos como o tempo que os usuários permaneceram em cada página, onde clicaram depois de ler o artigo, entre vários outros dados. Isso traz uma grande vantagem, pois você pode tomar decisões a partir do comportamento de sua audiência.

A instalação do Google Analytics em seu site pode fornecer muitas informações importantes. Os dados de newsletters também são uma ótima forma de gerenciar e reavaliar sua estratégia online de marketing e vendas.

Diversificação dos conteúdos

Além de controlar o formato dos conteúdos (artigos, gráficos, infográficos, fotos, vídeos, newsletters), gerir a própria audiência em canais proprietários permite escolher onde você deseja colocar as CTA’s (call to actions) — importantíssimas para provocar o usuário a uma ação, seja ela fazer a compra do seu produto, cadastrar seu e-mail ou mesmo ler mais e permanecer mais tempo no seu site.

Leia um artigo onde ensino a provocar uma ação dos seguidores no Facebook.

Layout exclusivo em peças de marketing

Todos estamos acostumados com o “azulão” do Facebook, não é mesmo? Mas essa não é a cor utilizada na identidade visual da maioria das empresas. Há quem ignore o poder do design numa estratégia de marketing (por incrível que pareça), mas é parte fundamental no processo de transformar seguidores em clientes.

Você deve se ocupar em dar originalidade a tudo que publica. Nesses tempos pós-modernos, tudo é peça de marketing! As cores, formas e fontes escolhidas para representar uma empresa devem estar presentes em todos os materiais possíveis. A eficácia dessa técnica é quebrada quando utiliza-se somente as mídias sociais como canal de comunicação com o público.

Uma comunidade em torno de sua marca

Esta é uma das vantagens mais prazerosas. Quando uma empresa gera conteúdo de boa qualidade, automaticamente cria-se em torno dela uma comunidade de pessoas interessadas no assunto que ela publica, que geralmente é — ou ao menos deveria ser — a sua especialidade. Quanto mais conteúdo original e qualificado você oferecer e buscar construir uma audiência própria, sem depender unicamente das mídias sociais (seja alcance pago ou orgânico), admiradores começarão a surgir e eles ficarão! Quão rápido é pagar por audiência na Internet, rápido é perdê-la. Portanto, não a desperdice!

TOCA O BARCO!


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